sábado, 2 de fevereiro de 2013

J.B

Que ser absurdo ! Que ser absurdo !
Uma verve ontológica do caos !!!
ah, tirem-no ! atirem-no!
Desejo concreto, ideia límpida
Pensamento ser
esquálido
do que seria essa vida.
Tão prático não seria então morrê-la ?
Ah, tirem-no ! Atirem-no !
Entre tantos muitos personagens ensejo
um eu que só é a mim mesmo
Um "Meu EU", ou, "Eu MEU"
Tirem de MIM !
Lição de enorme contista
que enormemente bêbado seria mais claro que EU,
obscuro e sóbrio, poetas do meu tempo.

Um comentário:

  1. Ah, sim, eu morro. Assim, eu morro, Seu Vitor!
    Seu Vitor, o meu melhor poeta da atualidade.

    ResponderExcluir