Que ser absurdo ! Que ser absurdo !
Uma verve ontológica do caos !!!
ah, tirem-no ! atirem-no!
Desejo concreto, ideia límpida
Pensamento ser
esquálido
do que seria essa vida.
Tão prático não seria então morrê-la ?
Ah, tirem-no ! Atirem-no !
Entre tantos muitos personagens ensejo
um eu que só é a mim mesmo
Um "Meu EU", ou, "Eu MEU"
Tirem de MIM !
Lição de enorme contista
que enormemente bêbado seria mais claro que EU,
obscuro e sóbrio, poetas do meu tempo.
Ah, sim, eu morro. Assim, eu morro, Seu Vitor!
ResponderExcluirSeu Vitor, o meu melhor poeta da atualidade.