Moesto, o etê errabundo

"Moesta et errabunda", triste e errática, assim disse Baudelaire sobre a vida. E como o humor é a face risonha da liberdade, sempre haverá tolos por aqui para vulgarizar a fala do poeta. Por isso, sou (eu que nunca sou, mesmo que me faça por algum tempo) "Moesto, o etê errabundo", figura grotesca que desaba, pende do chão a que não se amarra; mergulha no seu poço de melancolia, inconstância,covardia e autoboicote.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Morro


Eu morro, porra !
Afinal, estou vivo
Já estes dois palmos
que não vês
a frente do teu nariz
te condenam (à vida)
- faça esta observância
entreparentesiada -
Eu morro, porque vejo
eu esfacelo, choro
eu nem estou aqui
Postado por Vitor Rodrigues Bruno da Silva às 22:51
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