sábado, 16 de fevereiro de 2013

Prefácio a Jonatas Barbosa

Que maravilha, Deus !
How great thou art.
Por em nosso meio
Na galaxia central
Travessa estelar com o Reviver
Num cantinho do João de Deus
sujeito tão ator,
Face respeitável desses nossos nutridos
destruídos e corrompidos ideais.
How great thou art !

Morro, Jonatas
e não chego nem nas tuas beiradas
Ah, que me sobrassem ao menos as beiradas
Mas o que significam saber as beiradas ?
Margens, Jonatas
Margens magentas
Cor de rosa e Púrpura de realeza
Cores de nobiliarquia
que de longe me visto,
reles, dos teus reflexos.
reles de tamanho
e susto, assombro, surto
arroubo
tamanha tua nobreza.
How great thou art !

para que isto não pareça um salmo
à nossa descendência imaginem coisas
venho nessa metade final da ode me explicar
Afinal, nem me quis aqui tão pomposo,
mas talvez me reste o pieguismo, o bufonismo dessa loa
e me  aquiete ao meu papel de cego amante
e súdito da arte
e da poesia, por isso (dois pontos):

Tu és - evitando o barbarismo de chulas expressões denotativas de coito -
Foda, Jonatas Barbosa.
Ou melhor, desculpa !
Bravo, bravíssimo !
Sensacional, sem igual
e sem - é claro -
nenhuma rima com pau.
salvo todo resto acima,
isso é mais do que claro.


Um comentário:

  1. Seu vitor, tu é muito foda, cara! Tu escreve pra caralho! Sou teu fã. Obigado pela homenagem.

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