Moesto, o etê errabundo

"Moesta et errabunda", triste e errática, assim disse Baudelaire sobre a vida. E como o humor é a face risonha da liberdade, sempre haverá tolos por aqui para vulgarizar a fala do poeta. Por isso, sou (eu que nunca sou, mesmo que me faça por algum tempo) "Moesto, o etê errabundo", figura grotesca que desaba, pende do chão a que não se amarra; mergulha no seu poço de melancolia, inconstância,covardia e autoboicote.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Atenuante

Nesses dias controversos
menos me persigo
e mais me deixo levar pela
alva lua no candeeiro.
Menos faísca e mais claridade
Mais frescor, menores ardências.
Postado por Vitor Rodrigues Bruno da Silva às 22:36 Nenhum comentário:
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