sábado, 22 de dezembro de 2012

Louvação em tristésima tonal


Grande bossa, nossa aposta;
zelo sem cuidado, coração,
nossa escrotinela ritual:

Louvar-te em tristésima tonal,  aos
sons absurdos do Medo e do Cajual.

De signos etéreos cravados na lama;
Vulneração do homem,
Encontro com deus...

De mim a apenas milênios de meio segundo
"sem estar"
Casa de palha, cheiro de barro;
sem " Ide, amém !"
sem partir mia'nau.

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