Não há terra a homem morno
E o mar ! O mar
Muito menos aceita a suspeição da covardia
Não sou teu, mar.
Nem que por vezes inflame,
Não sou para as tuas procelas.
Não sou o Pérola em teu encalço.
.
.
.
Ah, quantas vezes o mar ?
Nada que sina de moço virgem,
Carente do jorro na cara
Banzeiro forte
Na Boca do Pecoapara
Ejaculação de Netuno,
Asseio de Vênus no oceano do seu nascedouro.
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