Morro sem saber [...]
vivo querendo matar
esse desdém que há de minha Glória.
Tão linda, Glória...e tão...
tão mentira, tão falaz - como são as coisas "do amor".
"Tu és" - apelando à autoridade de Pixinguinha
Com a voz de Marisa, assim sendo MAIS Glória -
Meu arranjo, meu bibelô de anjo.
ahhhhhhrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, anjo meu
belo e tão frígido, tão fúnebre - não há que melhor ou que eu possa que expresse:
Meu amor,
nem as traças te querem mais, nem depois.
nem os bêbados te foder...já que amar não significa nem aos ébrios,
aos românticos (?) -
não cabe, nunca coube nessas animalices hipotalâmicas.
E é bom, Glória, que não te fodam
porque será só minha,
De mim que sonho poder tê-la só
Se só também pudesses ser
Glória
[...]
E não és.
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