A tentativa irrefreada de escrever entre meus [párias] permanece nesse lance de olhar periscópio sobre o mundo; tentativa de percepção dos menores zelos, dos pequenos engenhos de meia-boca da vista; um olhar para o céu, para o verde vibrante das trepadeiras dessa tarde rastejante.
Se não fosse isso, o quê ? Recorreria (qualquer um) àquela segunda opção...
alternativa óbvia...Falar de si mesmo e das próprias desventuras de "amor" e aí chegarmos em um ponto fulcral:
Ai, o amor ! [vocábulo sórdido], artigo de prateleira...essa semente roxa a nos oferecer nada além que dor de cabeça...assim como quem traga permanece sendo esse excesso de expetativa e celulose.
Por isso, preferi sê-lo, invés de comprá-lo. Sê-lo "da cabeça aos pés". Porém, (sem ser viável a mim deixar de objetá-lo e sem deixar essa ponta de desperança - o barato propriamente dito -, desconheço)
Escrever continua sendo essa tentativa de amarrar em novelos pensamentos e desejos de legitimação.
Eu me inscrevi no mundo, logo, sou....sem precisar provar. Cogito.
Escrevo?
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