"Moesta et errabunda", triste e errática, assim disse Baudelaire sobre a vida. E como o humor é a face risonha da liberdade, sempre haverá tolos por aqui para vulgarizar a fala do poeta. Por isso, sou (eu que nunca sou, mesmo que me faça por algum tempo) "Moesto, o etê errabundo", figura grotesca que desaba, pende do chão a que não se amarra; mergulha no seu poço de melancolia, inconstância,covardia e autoboicote.
quarta-feira, 13 de março de 2013
beira-sangue
Minha confusão beira-sangue
beira-mar de todos os dias
de uma dúvida prontinha
que sempre aporta por aqui.
beira do Brasil,
oceanos te lançam a outras cercanias
cintura do equador e ao espaço adjacente, circundante
Não te troco nem por mar, nem morte
nem pela vida, que me afogue.
Seu Vitor e Tiago Máci.
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