Fecho os olhos e a única imagem - minha mente acode -
é teu rosto ao meu,
Tua testa sovando o meu nariz e teu sorriso oblíquo-sinuoso
demostrando tua timidez colada ao meu queixo.
Desvio o cigarro, te colho da terra - fruta que és - e
tomo teu corpo apaixonadamente por inteiro.
Então logo "desperto" e sentimental - eu que há tempos não era
nem um nem outro - vejo que nada foi mais que um delírio,
uma invenção de amor do meu peito menino,
Não sabe sequer
querer-te objetivamente, alcançar-te em beijos doces e cálidos, que
valessem o amargo da minha desgraça."
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