sábado, 13 de abril de 2013

Ad Vento

Sento no morro de onde vejo a tempestade se aproximar à essas "arrudiações"...cinzentas, natalinas e acadêmicas do "solar ilustrado" do Maranhão...sentindo o mar de longe, nem sabendo quantas daquelas procelas ao infinito da perda, da dor concreta do arborecer germinal de um filho pacato do solo me faltam à vida. Dai a conclusão nada calculada, mas sim experimentada, de que viver, então, seja este perene naufrágio nessas águas que nos levam a nós mesmos.

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