"Moesta et errabunda", triste e errática, assim disse Baudelaire sobre a vida. E como o humor é a face risonha da liberdade, sempre haverá tolos por aqui para vulgarizar a fala do poeta. Por isso, sou (eu que nunca sou, mesmo que me faça por algum tempo) "Moesto, o etê errabundo", figura grotesca que desaba, pende do chão a que não se amarra; mergulha no seu poço de melancolia, inconstância,covardia e autoboicote.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Lesa Ticket
uma carreira...segue-se uma carreira...descambando sem pausas...sem escalas...escalando...perdendo o tempo...esperando...algo...não observando...tempo...maldito...cumprindo sina central de passar...passando...encontrando-o...só na próxima hora...distraída....para que eu perca outra vez...como perco...razão...razão e tempo...juntos...não se perdendo só...nem só os perdemos...como chance e vida...difusas e menos compreendidas...sem existir mais...no tempo...só o tempo...sem roteiro...sem palavra....sem cantar...canções do imediato...não mais notado...FUDIDO.
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