Moesto, o etê errabundo

"Moesta et errabunda", triste e errática, assim disse Baudelaire sobre a vida. E como o humor é a face risonha da liberdade, sempre haverá tolos por aqui para vulgarizar a fala do poeta. Por isso, sou (eu que nunca sou, mesmo que me faça por algum tempo) "Moesto, o etê errabundo", figura grotesca que desaba, pende do chão a que não se amarra; mergulha no seu poço de melancolia, inconstância,covardia e autoboicote.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A reza

A reza aranha a vela
A velha acende e espera
A espera arrasa a velha
A vela arranha a reza
Postado por Vitor Rodrigues Bruno da Silva às 19:30
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